Os residentes da Ilha da Culatra querem que aquele núcleo habitacional tenha estatuto de aldeia piscatória e que seja desafectado do Domínio Público Marítimo, defendeu hoje a presidente da associação local de moradores.
Uma equipa de técnicos começou terça-feira a fazer o levantamento das construções existentes na Culatra, a mais populosa das ilhas-barreira da Ria Formosa, ao abrigo do Programa Polis da Ria Formosa.
O levantamento teve início nas ilhas mais pequenas, no final de Novembro, mas o inventário vai estender-se a todas as ilhas e prolongar-se-á por seis meses, estando previstas intervenções em 48 quilómetros de costa.
Em declarações à Lusa, Sílvia Padinha reiterou que a Ilha da Culatra deveria ser convertida em aldeia e concessionada à Câmara de Faro, organismo com competência para gerir aquela área.
A reivindicação é antiga, mas volta a assumir importância numa altura em que a Sociedade Polis Ria Formosa está a inventariar as construções existentes, através de fotografias, medições e recolhas de documentos.
"O núcleo da Culatra é ocupado desde 1850 e nunca foi feita a desafectação como na Ilha de Faro, na Armona ou no Farol", refere a presidente da associação local de moradores, Sílvia padinha.
O levantamento teve início nas ilhas mais pequenas, no final de Novembro, mas o inventário vai estender-se a todas as ilhas e prolongar-se-á por seis meses, estando previstas intervenções em 48 quilómetros de costa.
Em declarações à Lusa, Sílvia Padinha reiterou que a Ilha da Culatra deveria ser convertida em aldeia e concessionada à Câmara de Faro, organismo com competência para gerir aquela área.
A reivindicação é antiga, mas volta a assumir importância numa altura em que a Sociedade Polis Ria Formosa está a inventariar as construções existentes, através de fotografias, medições e recolhas de documentos.
"O núcleo da Culatra é ocupado desde 1850 e nunca foi feita a desafectação como na Ilha de Faro, na Armona ou no Farol", refere a presidente da associação local de moradores, Sílvia padinha.
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